1ºencontro distrital das IPSS


Realizou-se ontem, no auditório do Instituto Politécnico de Beja, o 1ºEncontro distrital das IPSS do distrito, organizado pela UDIPSS Beja. Participaram nos trabalhos, 46 dirigentes e técnicos, de 24 IPSS do distrito.

Estiveram ainda presentes, as seguintes individualidades, que outorgaram ao encontro, a importância e relevo, que as IPSS do distrito justificam.
A Drª Filomena Bordalo, e o seu presidente, Padre Lino Maia, que Intervieram na sessão, em representação da CNIS (Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade).
A Doutora Maria de Fátima Nunes de Carvalho, Presidente do Instituto Politécnico de Beja, que subscreveu um protocolo de cooperação, entre a instituição que dirige e a UDIPSS Beja. Em representação da tutela esteve o Dr. Sérgio Fernandes, Diretor do Centro Distrital de Beja da Segurança Social, e, a sessão foi encerrada, com a intervenção do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Beja, Dr. Paulo Arsénio.
A título de convidado, esteve ainda presente o Montepio, através de uma delegação, da Direção de Economia Social e Setor Público.

Neste encontro a UDIPSS procurou colocar em discussão as preocupações manifestadas pelas IPSS do distrito, sendo possível concluir que as principais necessidades das nossas instituições passam por:

– Necessidade de apoio jurídico acessível e regular;
– Dificuldade de recrutar recursos humanos qualificados, devido aos baixos salários propostos;
– Insuficiente financiamento do estado (pretende-se que o estado comparticipe com pelo menos 50% dos custos, despendidos pelas instituições com os seus utentes);
– Necessidade de rever em alta, as tabelas salariais dos seus colaboradores;
– Diferenciar de forma significativa o salário mínimo, do salário médio em vigor;
– Proporcionar formação adequada e regular para ajudantes de ação direta;
– Alterar e adequar a lei existente, relativa à infância e juventude;
– Melhorar os manuais da Segurança Social relativos à infância e juventude, reduzindo a enorme diversidade de procedimentos;
– Direcionar os abonos de família destinados às crianças em acolhimento, para a tutela das Instituições, visando uma melhor gestão dos recursos;
– Exigir soluções legais que evitem a deslocação constante das crianças para Instituições diferentes, em função da residência dos pais;
– Solicitar à tutela, esclarecimento célere sobre o modelo de financiamento adotado pelo estado, relativamente às crianças que vão frequentar as creches futuramente.

A sessão foi considerada bastante pertinente e avaliada positivamente, por todos os intervenientes.

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